Justiça mantém penhora de bens em processo de Fofoquito contra Valdemiro Santiago

A disputa judicial entre o repórter Everton Di Souza, o Fofoquito, e o apóstolo Valdemiro Santiago ganhou um novo capítulo. A Justiça de São Paulo rejeitou o pedido da defesa da igreja para suspender a decisão que autoriza a penhora de bens e valores relacionados ao processo. A ação, iniciada em 2011 por conta de […]

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A disputa judicial entre o repórter Everton Di Souza, o Fofoquito, e o apóstolo Valdemiro Santiago ganhou um novo capítulo. A Justiça de São Paulo rejeitou o pedido da defesa da igreja para suspender a decisão que autoriza a penhora de bens e valores relacionados ao processo.

A ação, iniciada em 2011 por conta de uma cobrança envolvendo pagamentos, se estende há mais de uma década. Com a atualização dos cálculos durante o andamento do caso, o valor da dívida já alcança aproximadamente R$ 1 milhão.

A defesa havia recorrido da determinação e buscava um efeito suspensivo para impedir, temporariamente, o avanço das medidas de cobrança. O pedido não foi aceito pela Justiça paulista, que manteve a decisão anterior.

Dessa forma, permanece autorizada a adoção de medidas para localizar e penhorar patrimônio. A determinação envolve empresas relacionadas a Valdemiro Santiago e também inclui as igrejas e contas pessoais mencionadas no processo.

O caso começou em 2011 e passou por diferentes etapas ao longo dos anos. A demora na resolução da disputa também fez com que o valor inicialmente cobrado fosse atualizado, chegando à cifra milionária apresentada atualmente.

Fofoquito é o autor da ação e acompanha o processo em busca dos valores discutidos judicialmente. A nova decisão representa mais um avanço na tentativa de efetivar a cobrança determinada no processo.

A autorização para penhora não se restringe às empresas ligadas ao líder religioso. Segundo a decisão mantida pela Justiça, as medidas também podem alcançar patrimônio de igrejas e valores existentes em contas pessoais.

O recurso apresentado pela defesa tinha como objetivo suspender os efeitos da determinação enquanto a questão continuasse sendo analisada. Com a negativa, a decisão que permite as medidas de constrição patrimonial continua em vigor.

A disputa entre o jornalista e o líder religioso se tornou um processo de longa duração. Desde 2011, os valores são discutidos judicialmente e passaram por atualizações até chegar ao montante atual.

Com a decisão mais recente, o processo segue permitindo as medidas de cobrança previstas pela Justiça. A dívida, considerando os cálculos atualizados, já está na casa de R$ 1 milhão.

A ação ainda tramita na Justiça e poderá ter novos desdobramentos. Por enquanto, permanece válida a autorização para penhora de bens, empresas, igrejas e contas pessoais abrangidas pela decisão.